Modelos matemáticos da Ipsos indicam que a candidata de direita deve vencer a Presidência, impulsionada especialmente pelo voto do exterior, que se inclina majoritariamente para ela e para valores conservadores.
Enquanto os votos rurais, muitas vezes influenciados por promessas assistencialistas e populistas, favorecem o esquerdista Sánchez, o peruano que vive fora do país demonstra rejeição clara ao caminho socialista que tanto fracassou na América Latina.
A contagem das 1.500 atas restantes pode selar de vez o que já se desenha: o Peru rejeita mais um experimento de esquerda e aposta em Keiko Fujimori para restaurar ordem, crescimento econômico e combate à corrupção, representando um alívio para quem teme o avanço do bolivarianismo na região.
Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira
Foto: Divulgação
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diario360